Hino
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Lendas e Mitos
Chico Mendes, um amigo da Amazônia
Chico Mendes hoje é considerado um ícone da luta em
defesa da Amazônia. Embora não tenha tido nenhuma
educação formal - só aprendeu a ler aos 20 anos de
idade - Chico Mendes conheceu muito bem o valor da terra
amazônica, afinal, morreu para defendê-la.
Xapuri, importante município do Acre, a 150KM da
capital Rio Branco, foi o principal cenário de
atuação de Chico Mendes, onde ele ajudou a fundar o
Sindicato dos Trabalhadores da cidade de Xapuri, muito
importante para defender a região.
Principais Lutas pela Amazônia
Chico se juntou aos seringueiros na luta contra os
inimigos da Amazônia, que derrubavam a mata para
produzir pastagens de gado.
Mas não foi só. Para tornar-se um dos maiores
defensores da
Amazônia incorporou uma espécie de raro político
justo, criticou a construção de hidrelétricas,
contaminação de rios pelo mercúrio dos garimpos e o
corte industrial da madeira.
Através da boa política de Chico Mendes, o governo
demarcou 150 mil hectares de floresta, espaço
conquistado para cinco reservas extrativistas.
É de Chico Mendes o Prêmio Global 500 anos, e ele o
único brasileiro a recebê-lo da ONU.
Morre Chico Mendes: começa uma eterna luta pela
Amazônia
Chico Mendes foi assassinado em 22 de dezembro de
1988. Aos 44 anos de idade, deixou muitas sementes de
sua amizade e dedicação pela Amazônia. Uma dessas
sementes é a Reserva Extrativista Chico Mendes,
localizada em sua terra natal, Xapuri, um importante
espaço de luta e fidelidade às suas propostas.
Os assassinos
O fazendeiro Darli Alves de Souza foi o autor
intelectual do crime. O tiro de escopeta disparado em 22
de dezembro de 1988 que tirou a vida de Chico Mendes foi
dado pelo próprio filho do fazendeiro, Darci Alves de
Souza, que confessou o crime. Pai e Filho confessaram o
crime, foram julgados e condenados, embora estejam
foragidos após conseguir sair da cadeia.
Galvez, O Imperador do Acre
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Botos
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Mãe D'água
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Curupira
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Mapinguary
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Letra: Francisco Mangabeira
Música: Mozart Donizetti
Que este sol a brilhar soberano
Sobre as matas que o vêem com amor
Encha o peito de todo acreano
De nobreza, constância e valor...
Invencíveis e grandes na guerra,
Imitemos o exemplo sem par
Do amplo rio que briga com a terra
Vence-a e entra brigando com o mar
Fulge um astro na nossa bandeira
Que foi tinto no sangue de heróis
Adoremos na estrela altaneira
O mais belo e o melhor dos faróis
Triunfantes da luta voltando
Temos n'alma os encantos do céu
E na fronte serena, radiante,
Imortal e sagrado troféu
O Brasil a exultar acompanha
Nossos passos portanto é subir
Que da glória a divina montanha
Tem no cimo o arrebol do porvir
Fulge um astro na nossa bandeira
Que foi tinto no sangue de heróis
Adoremos na estrela altaneira
O mais belo e o melhor dos faróis
Possuímos um bem conquistado
Nobremente com armas na mão
Se o afrontarem, de cada soldado
Surgirá de repente um leão
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Liberdade é o querido tesouro
Que depois do lutar nos seduz
Tal o rio que rola, o sol de ouro
Lança um manto sublime de luz
Fulge um astro na nossa bandeira
Que foi tinto no sangue de heróis
Adoremos na estrela altaneira
O mais belo e o melhor dos faróis
Vamos ter como prêmio da guerra
Um consolo que as penas desfaz
Vendo as flores do amor sobre a terra
E no céu o arco-íris da paz
As esposas e mães carinhosas
A esperarem nos lares fiéis
Atapetam a porta de rosas
E cantando entretecem lauréis
Fulge um astro na nossa bandeira
Que foi tinto no sangue de heróis
Adoremos na estrela altaneira
O mais belo e o melhor dos faróis
Mas se audaz estrangeiro algum dia
Nossos brios de novo ofender
Lutaremos com a mesma energia
Sem recuar, sem cair, sem temer
E ergueremos, então, destas zonas
Um tal canto vibrante e viril
Que será como a voz do Amazonas
Ecoando por todo o Brasil
Fulge um astro na nossa bandeira
Que foi tinto no sangue de heróis
Adoremos na estrela altaneira
O mais belo e o melhor dos faróis.
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Colaboração
de texto e fotos: Secretaria de Turismo do Estado
do Acre.
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