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Pororoca
| Equinócio
| Rio Amazonas | Cachoeira
Grande Cachoeira de Santo Antônio
| Curiaú | Oiapoque Os
Índios | GALIBI-MARWORNO | GALIBI
DO OIAPOQUE JUMINÃ | KARIPUNA
| PALIKUR | WAIAPI
Pororoca
O
termo pororoca vem do Tupi Porórka, gerúndio de porórog que
significa estrondar. Pororoca é um fenômeno natural produzido pelo
encontro das correntes de maré com as correntes fluviais, no período
de maresia ou sizígia (também conhecidas na região como marés
vivas), durante as luas nova e cheia. O fenômeno acontece quando as águas
de maré crescente tentam invadir o estuário, no momento em que a
massa fluvial se opõe com grande resistência. Em determinado momento,
o mar vence, rompendo o equilíbrio, e a onda de maré cresce gigantesca,
alimentada pelos ventos alísios, avançando pelo rio cuja correnteza
fica invertida. A Pororoca, apesar de ter maior amplitude no rio Amazonas, também
ocorre nos rios que desembocam no golfo Amazônico e no litoral Amapaense.
- Período de maior intensidade: época das chuvas, nos meses
de janeiro a maio e no mês de setembro, durante as luas nova e cheia.
- Altura das ondas: três a seis metros, com duração de aproximadamente
40 minutos, percorrendo 30 Km por mais de uma hora e meia. - Área de
ocorrência com maior intensidade: Próximo da Fazenda Redentor (margem
direita) e o Sítio Paraíso (margem esquerda) até a Foz do
Rio Araguari. - Freqüência: de 12 em 12 horas. Acesso:
Rodoviário: BR-156, via Ferreira Gomes Fluvial: Saindo de Ferreira
Gomes, com duração 6 a 8 horas de viagem; De Macapá
em embarcação de médio porte via foz do rio Amazonas até
a foz do rio Araguari, com duração de 15 a 18 horas de viagem.
Aéreo: Saindo de Macapá com duração de vôo 50
minutos até a pista de pouso da Fazenda Santa Isabel. Topo
Equinócio Macapá,
no Amapá, é a única capital brasileira cortada pela linha
do Equador. Por conta disso, pelo menos duas vezes ao ano, os moradores da cidade
têm o privilégio de assistirem ao fenômeno chamado de Equinócio,
uma manifestação em que os raios do sol, no seu movimento aparente,
incidem diretamente sobre a linha do Equador. Nesse período, os dias e
as noites têm a mesma duração em todo o planeta. A ocorrência
desse fenômeno se dá em dois momentos: em março, conhecido
como equinócio da Primavera; e em setembro, chamado de equinócio
de Outono. A
palavra "aequinoctium", vem do latim, quer dizer “dia igual a noite”.
Representa a passagem do sol pelo Trópico de Câncer (Hemisfério
Norte), atravessando a linha do Equador e indo incidir pelo Trópico de
Capricórnio (Hemisfério Sul), onde é realizado um movimento
de vai-e-vem. Por causa da inclinação de 13º 27' que a Terra
sofre, se tem a impressão de que o sol é que se movimenta, mas na
verdade é o planeta quem faz esse evolução. Esse vai-e-vem
dura, aproximadamente, no período de 21 de junho a 21 de dezembro. Para
os povos antigos, como os caldeus, fenícios, astecas, maias, incas e egípcios,
a posição que o sol ocupa na linha do horizonte tinha uma grande
importância para o dia-a-dia deles. Era nesta data e nesta exata posição
do sol que eles marcavam o calendário. Era dele que se contava o início
para os 365 dias do ano. Atualmente,
é através da ajuda do GPS- Sistema de Posicionamento Global Carmin,
instrumento que determina posições geográficas (latitude
e longitude) por meio de 24 satélites, que se consegue chegar aos dados
astronômicos de localização. Antes, o homem só conseguia
esses dados com a ajuda do sol e das estrelas. Em
Macapá, o Equinócio pode ser observado do Monumento do Marco Zero.
Além dos moradores da capital amapaense, o fenômeno costuma atrair
estudiosos e turistas. Em 2001, o fenômeno aconteceu dia 20 de março.
No Amapá, devido a estação chuvosa, o equinócio de
março foi batizado como Equinócio das Águas, que se justifica
pelo aumento do nível das águas favorecido pela atração
astral. Local
de observação: Monumento Marco Zero, Rod. JK, Km 02 s/n, Bairro
do Zerão. Fone: (96) 241-1951 Topo
Rio
Amazonas Maior
rio do mundo, segundo o Instituto de Pesquisas Espaciais de São José
dos Campos/São Paulo, tanto em extensão (6.885 Km, 214 Km a mais
que o Rio Nilo), como em volume d’água, jogando no oceano 20% (2000.000m3)
de água doce do planeta. O majestoso rio nasce a 5.300m de altitude, na
montanha Nevado Mismi, nos Andes peruanos. Até chegar à denominação
de Amazonas, o rio é chamado de Apurimac, Ucayali e Solimões. Típico
rio de planície, o Amazonas tem seu curso em três países -
Peru, Colômbia (em curtíssimo trecho) e Brasil. O rio Amazonas é
repleto de diferentes formas de vida, inclusive abundância de aves migratórias
que habitam sua orla como: guarás, ciganas, garças e marrecos. Segundo
os estudiosos, as aves procuram o Amapá devido a fartura de alimentos. Topo
Cachoeira
Grande Localiza-se
na região centro-leste do Estado, entre os municípios de Amapá
e Calçoene, a 302 km de Macapá, capital do Amapá. O acesso
ao local é feito pela BR-156. O lugar é excelente para banho. É
formada de corredeiras sobre formações rochosas que culminam com
uma precipitação de médio porte em forma de cascata. Como
chegar: O caminho é pela BR-156 até o município de
Amapá. Rodoviário: Transporte intermunicipal, saindo do Terminal
Rodoviário de Macapá (96 251-2009/ 251-5045), diariamente. De Amapá
até a cachoeira são 35 minutos de viagem de carro. Onde
dormir: Município de Amapá HOTEL DO GOVERNO AV.
GUARANI, 327- MANGUEIRAS FONE: (96) 421-1108/421-1109 HOSPEDARIA
AMAPÁ RUA GUARANY, 433- CENTRO FONE: (96) 421-1184/421-1110 HOTEL
BAR E RESTAURANTE DO LOURO RUA JUCELINO KUBSTCHEK, 120-VILA NOVA FONE:
(96) 421-1246 BAR
HOTEL JULIANE RUA JUCELINO KUBSTCHEK, 198-VILA NOVA FONE: (96) 421-1120 POUSADA
DO LOURO BR-156, RAMAL DA CACHOEIRA GRANDE, S/N Topo
Cachoeira
de Santo Antônio Localiza-se
no sudoeste do Estado, no município de Laranjal do Jari, a 213 Km de Macapá,
fazendo divisa com o Estado do Pará. Possui formato semicircular, apresentando
quedas d’água que chegam a aproximadamente 30 metros de altura, formando
um belo espetáculo visual, além das florestas que embelezam os arredores
do local. Como
chegar: De Macapá até o município de Laranjal do
Jari. Rodoviário: Transporte intermunicipal, saindo do Terminal Rodoviário
de Macapá (96 251-2009/ 251-5045), até a sede de Laranjal do Jari,
onde apanha-se um barco a motor ou voadeira com percurso de aproximadamente 40
minutos até a cachoeira. Onde
dormir: Município de Laranjal do Jari POUSADA PONTO CERTO
RUA GOIÁS, 458-CENTRO FONE: (96) 621-1873 AMAZON
HOTEL RUA BEIRA RIO, 117-CENTRO FONE: (96) 621-1908 POUSADA
BRASL RUA TANCREDO NEVES S/N FONE: (96) 621-1562 HOTEL
CENTRAL RUA TANCREDO NEVES, 1652 - AGRESTE FONE: (96) 621-1799 Topo
Curiaú A
Vila do Curiaú, localizada a 12 Km de Macapá, foi narrada em prosa
pelo escritor Sebastião Menezes da Silva, um agricultor negro. Aliás,
os negros descendentes de escravos são os únicos habitantes da pequena
vila, onde muitos podem ter a bela sensação que ali o tempo não
passou. Foi por causa do livro de seu Sebastião, editado pela Fundação
Estadual de Cultura, que Curiaú ganhou da Fundação palmares
o título definitivo de área quilombola. O livro conta a história
da origem do quilombo amapaense e aborda, além da formação
da família, a religiosidade, crendices, superstições, costumes
e curiosidades do lugar. É a história preserva em letras e o resgate
da cidadania e da auto-estima dos descendentes dos escravos africanos. Escravos
que, aliás, ajudaram a erguer a Fortaleza de São José, construída
entre 1764 e 1764, na foz do rio Amazonas, em frente a cidade de Macapá,
para garantir o domínio lusitano no extremo norte do Brasil. Os negros
escravos também deixaram seus costumes, hoje preservados pelos atuais habitantes
da vila. Comer um tucunaré assado, camarão no bafo, beber gengibirra,
tomar banho no lago, ouvir o som do marabaixo e do batuque, ritmos que o povo
negro criou nos porões dos navios há 500 anos, são algumas
das tradições da cultura local no remanescente de quilombo do Curiaú.
E é em preservação a essa cultura que acontece, todos os
anos, a Festa do Marabaixo, uma festa em homenagem ao Divino Espírito Santo,
criada por eles, os escravos. A manifestação folclórica acontece
sempre depois da quaresma e dura dois meses. As pessoas dançam em círculo
ao ritmo dos tambores. Para garantir energia, os dançarinos tomam gengibira,
uma bebida típica feita de gengibre ralado, cachaça e açúcar.
O momento mais importante da festa acontece durante o Encontro dos Tambores. É
quando cada grupo exibe seu mastro enfeitado com flores e uma imensa bandeira
do Espírito Santo. Acesso
à Vila do Curiaú: Rodovia do Curiaú, a 12 km de Macapá,
transportes urbanos saindo de Macapá. Topo
Oiapoque O
município de Oiapoque fica a 590 km de distância de Macapá.
Com quase 13 mil habitantes, o município está localizado no extremo
norte do Estado do Amapá e do Brasil, fazendo fronteira com a Guiana Francesa,
além de estar bem próximo da região caribenha e dos Estados
Unidos. Durante o período colonial, fazia parte da Capitania do
Cabo Norte. A região foi palco alvo de disputa entre colonizadores. Nos
primórdios do século XVI, europeus travavam lutas com os portugueses
e brasileiros para estabelecer domínio territorial ao sul do rio Oiapoque.
Os primeiros povos a habitarem o local foram formados por descendentes de
povos indígenas da tribo Waiãpi, que ocupavam a extensão
territorial do rio Oiapoque. Atrativos:
Vila Velha do Cassiporé, passeios de catraia (lancha a motor), rio Oiapoque,
Cachoeira de Gran Roger, Cachoeira de Marripá (a 9 km da sede do Oiapoque),
artesanato indígena. Prefeitura do Oiapoque: (96) 521-1711 Como
chegar: Rodoviário – Diariamente transporte intermunicipal e alternativos,
saindo do Terminal Rodoviário de Macapá (96 251-2009/ 251-5045).
Aéreo: PENTA (91 223-5226): Vôos diários, saindo do Aeroporto
Internacional de Macapá (96 223-2323). Onde
dormir HOTEL DO GOVERNO AV. JOAQUIM CAETANO DA SILVA, 810 -
BEIRA RIO FONE: (096) 521-1681 MINI
HOTEL AV. COARACY NUNES, 551 – CENTRAL, FONE: (096) 521-1241 HOTEL
SONHO MEU RUA ONÓRIO SILVA, 731 - CENTRO FONE: (96) 521-1217 POUSADA
CENTRAL AV. COARACY NUNES, 219 – CENTRO FONE: (096) 521-1241 HOTEL
KAYAMA RUA JOAQUIM C. DA SILVA, 760 FONE: (96) 521-1124 Topo
Os
Índios O
Amapá foi o primeiro e o único estado brasileiro a ter todas as
terras indígenas demarcadas. As reservas indígenas representam 8,6%
de todo o território estadual. São 140.276 Km2 de área, onde
vivem as etnias: Galibi, Karipuna, Palikur, Waiapi e Galibi Marworno. Esses
índios não vivem isolados. Recebem todo tipo de apoio governamental
e não-governamental, que vão da assistência saúde à
orientação para melhorar a qualidade de vida, sempre respeitando
– é claro – os seus mitos, lendas, artes e costumes. Um dos exemplos é
a escola bilíngüe, na qual as crianças aprendem primeiro sua
língua original. É comum em várias aldeias do Estado a existência
da escola no apoio à educação indígena. Topo
GALIBI-MARWORNO
Os Galibi são originários do litoral da Guiana Francesa, mas
hoje são encontrados no Amapá em apenas 3 aldeias. A língua
original, Karib, foi substituída pelo patoá, francês creolo
da Guiana e o português, falado pela maioria dos homens adultos. Os
Galibi, assim como os Palikur, escolhem o chefe da aldeia por eleição
direta. Eles vivem da agricultura. O cultivo da mandioca brava, a caça
e a pesca são as principais atividades desenvolvidas na aldeia, não
só como fonte de auto-sustento, mas também como fonte de renda.
Eles comercializam o excedente da produção. Os Galibi também
possuem uma pequena indústria de construção naval que produz
pequenos barcos para toda a região. Topo
GALIBI
DO OIAPOQUE Também
viviam originalmente na Guiana Francesa, mas ocupam espaço no Amapá,
onde chegaram em meados de 1950, depois de intensas lutas contra os índios
Palikur e os franceses, no século XVII. Aliás, esses índios
possuem uma característica forte, um instituto guerreiro aguçado.
No século XVIII, com a chegada dos jesuítas, formaram o maior grupo
das missões. Quando os padres foram expulsos, eles se dispersaram.
Vivem da caça e da pesca e, como fonte de recurso, comercializam produtos
agrícolas e também navais, como barcos. A tribo Galibi do Oiapoque
foi a primeira a eleger um prefeito índio no Brasil. Foi em Oiapoque, cidade
que fica próxima à reserva. João Neves saiu cedo da aldeia
para estudar na cidade. Quando adulto, sentiu o peso do preconceito contra os
índios e decidiu lutar, na política, pelos direitos dos indígenas.
Foi primeiro vereador e em 96 se candidatou ao cargo de prefeito de Oiapoque,
cidade onde a maioria dos habitantes é de origem indígena, e venceu
a eleição. Topo
JUMINÃ É
um povo que tem sua história marcada por uma constante migração.
Ora ocupavam a bacia de Uaça, sua área de origem, ora se mudavam
para a Guiana Francesa. Só no final da década de 80, com a demarcação
da reserva e a expulsão dos homens brancos, é que a população
começou a se fixar. Duas aldeias ocupam essa área: a Juminã,
com remanescentes dos índios Karipuna e Uahá, índios Galibi-Marworno. Topo
KARIPUNA Os
índios Karipuna se consideram católicos mas não abrem mão
das festas religiosas tradicionais. O "Turé", por exemplo, tem
ritos essencialmente indígenas que inclui danças e cantos na língua
maruane. Comercializam produtos agrícolas como cítricos, café,
inhame, banana e cana. A caça e a pesca são utlizados exclusivamente
para o consumo local. A migração tem aumentado por causa do crescimento
da população. No entanto, os homens ficam fora apenas por alguns
períodos, enquanto as mulheres raramente retornam às aldeias. Topo
PALIKUR Os
Palikur têm uma miscigenação rara entre os índios.
Entre 1930 e 1940, chegaram à aldeia famílias negras vindas da Guiana
Francesa e seus descendentes assumem a identidade da tribo. Mesmo com esse contato,
os índios mantém a tradição de se organizar em clãs
formados a partir da linhagem paterna. Dessa forma, os filhos de pais não
mestiços são aceitos pela comunidade mas não podem pertencer
a nenhum clã. Os
Palikur estão localizados no Estado do Amapá e na Guiana Francesa,
no Amapá eles habitam ao longo do rio Urukaua, situado na bacia do rio
Uaca, na região do município do Oiapoque; na Guiana Francesa eles
habitam em bairros nas cidades de Caiena e Saint Georges e as margens do rio Oiapoque.
Dentre as tres etnias que habitam ao longo da bacia do Uacá - Galibi-Marworno,
Karipuna e Palikur -, os Palikur são os únicos procedentes da própria
região e também são os únicos que mantiveram sua língua
original. Esta etnia é mencionada nos relatos históricos desde 1513. Durante
mais de três séculos, os povos indígenas da região
do norte do Amapá mantiveram intensas trocas com os comerciantes franceses
a ponto de despertar a preocupação da coroa portuguesa, que passou
a exercer uma caça sem treguas aos índios identificados como aliados
franceses. Neste contexto, os Palikur, apesar de considerados "amis de francois",
são das poucas etnias, das diversas que existiam na região, que
conseguem sobreviver a perseguição empreendida pelos portugueses. Atualmente,
os Palikur são, em sua maioria, crentes. Foram evangelizados por missionários
protestantes no final da década de 40 e por conta da religião cristã
não realizam mais suas festas tradicionais, como a festa de Ture e do Tambor.
Assim como os outros povos indígenas do Uaca, os Palikur vivem da caça,
pesca e da comercialização da farinha nas cidades do Oiapoque, Caiena
e Saint George. Topo
WAIAPI
Para fugir da catequização dos jesuítas os índios
Waiapi, no século XVII, abandonaram sua área de origem, baixo Xingu
no estado do Pará, e ocuparam o ponto mais extremo do Brasil, entre os
rios Oiapoque, Jari e Amapari. Os Waiapi quase foram extintos no começo
do século por causa do contato com os extrativistas como os seringueiros.
Na década de 70 enfrentaram o mesmo problema com os garimpeiros que invadiram
a área, a partir da recém-chegada Rodovia Perimetral Norte. Nos
anos 80, os Waiapi conseguiram expulsar os invasores e, desde então, mantêm
constante vigilância nos limites de sua terra. Nesse período assumiram
a faiscação de ouro aluvionar, uma atividade que eles realizam dentro
do seu ciclo tradicional de atividades extrativistas e que atende a algumas de
suas necessidades (armamento, tecidos, redes). Nos garimpos controlados pelos
índios, não se usa mercúrio e as áreas trabalhadas
são convertidas em plantações de frutíferas. Além
disso, os waiapi estão na agro-silvicultura em alguns trechos das picadas
da demarcação . Hoje, eles são 488, distribuídos em
12 aldeias. A área foi demarcada e homologada em 1996, numa experiência
piloto do PPG7 que priorizou a participação dos índios e
sua capacitação para o controle permanente desta terra. A experiência
foi coordenada por uma ONG e financiada pelo governo alemão. Topo *
Colaboração de texto e fotos Departamento Estadual de Turismo
do Amapá (Detur) e Assessoria de imprensa do Governo do Amapá |