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Impossível não se apaixonar por Roraima. O Estado com seus mais de 220 mil km² oferece um acervo ecológico, cultural e histórico inesgotável. São praias de rio, ilhas, parques, estações ecológicas, montanhas, serras, sítios arqueológicos, corredeiras, cachoeiras,
lagos. Escolha o seu roteiro e embrenhe-se nesse mundo de atrações, criadas pela mãe natureza!
Balneários
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e Estações Ecológicas | Montanhas
e Serras
Savanas
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Cultural, Esporte e Lazer
BALNEÁRIOS PÚBLICOS
Os balneários são outras das atrações turísticas da cidade. Encontram-se nas praias dos rios que banham Boa Vista.
No período de seca (outubro a março), o nível das águas do rio Branco diminui em toda a sua extensão, formando praias naturais. As mais frequentadas são:
Praia da Água Boa, rio de águas límpidas, margeado de vegetação, localizado a 15 km do centro da capital. Acesso por barco ou pela rodovia BR-174.
Ilha da Praia Grande (Ilha de Cunhãpuca), com 15 km de extensão, separada da terra firme por um braço do rio Branco denominado Paraná do Surrão. Essa ilha de várzea, possui praias excelente para a prática de canoagem, vela, e muitos lagos acessíveis através de caminhadas onde se observam toda a magnitude da fauna e flora existente.
O acesso é feito através de barcos, que saem de pequenos portos localizados ao final da Av. Major Williams, Rua Floriano Peixoto, Rua Coronel Mota e Rua Presidente Costa e Silva. Praias do Cauamé, ao norte cerca de 8 km da Capital, forma-se no verão às margens do rio de mesmo nome, um dos principais afluentes do rio Branco, ao longo de toda sua extensão surgem novas praias como Caçari e Curupira. Praias fluviais com águas límpidas, cercadas por vegetação típica da Amazônia. Possuem infra-estrutura de apoio e serviços, restaurantes e área para camping.
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PARQUES E ESTAÇÕES ECOLÓGICAS
Ilha de Maracá:
Está localizada a 100 km ao norte de Boa Vista, no município de Amajarí, numa faixa de transição entre a Selva Amazônica e o Cerrado, formada pelo rio Uraricoera, a montante de sua confluência com o rio Tacutú para formar o rio Branco.
Foi transformada em estação ecológica abrangendo 101.312 ha de superfície com aproximadamente 60 por 25 km. O relevo de Maracá é basicamente plano, apresentando algumas elevações significativas no centro da Ilha, onde o ponto culminante chega a 350 m de altitude. O clima tropical úmido predominante, caracteriza-se por uma estação de chuvas entre abril e setembro com temperatura média de 26° C.
Maracá está coberta por florestas de terra firme, permeadas por algumas manchas isoladas de cerrados abertos e áreas alagadiças com vegetação característica como buritizais. Apresenta ainda várias configurações, sendo classificada como floresta mista.
A fauna da Ilha de Maracá é muito rica, incluindo espécimes supostamente ameaçadas de extinção como a onça pintada (panthera onça), a anta (tapirus terrestris), a ariranha (hydrochaeris hydrocaeris) e o guariba (alonatta seniculus) entre outros.
A Ilha de Maracá que hoje é uma reserva biológica resguardada do passado, possui uma infra-estrutura que dispõe de alojamentos, laboratórios, biblioteca e refeitório para estudiosos e pesquisadores. É um local com legislação própria e a visitação depende de autorização do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis - IBAMA: Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, 1332, fone.: (095)224-4011, fax: (095)224-4847- Boa Vista-RR.
Estação Ecológica de Niquiá:
Criada em 03.06.85 pelo Decreto nº 91.366, é uma área de 286.600 ha e está localizada no baixo rio Branco. Região fitoecológica de áreas de tensão ecológica. Contato de formações pioneiras com florestas. Margeando o rio Branco ocorre região fitoecológica de refúgio coberto de florestas, da sub-região da planície fluvial do rio Branco. Visitação com autorização do IBAMA.
Estação Ecológica de Caracaraí:
Criada em 31.05.82, pelo Decreto nº 87.222, ocupa uma área de 80.560 ha. .
Região fitoecológica de áreas de tensão ecológica. Contato de formações pioneiras com florestas. Visitação com autorização do IBAMA.
Parque Nacional do Monte Roraima:
Criado em 1989, o Parque ocupa uma área de 116.000 ha no extremo norte do país, na fronteira com a Guiana e a Venezuela. Constitui-se região de savanas, recortadas por rios e cachoeiras, onde se encontra uma das mais antigas montanhas da terra: O Monte Roraima, com 2.875 m de altitude. Um paraytepuy que se estende desde Talberg em Suriname, até a Serra Macareno na Colômbia. Essa formação rochosa apresentada em forma de mesa, teve início há mais de dois bilhões de anos e há séculos excita a imaginação de aventureiros. Foi inspirado no Roraima, que o escritor inglês Artur Conan Doyle escreveu “O Mundo Perdido”.
Para chegar ao Monte Roraima, o turista enfrentará os desafios de rios e rochas no início da escalada, ventos de até 100 km/h, além de uma variação de temperatura entre 5°C e 35°C. Toda a flora da região é rica, com mais de 400 espécies de bromélias e duas mil samambaias. Na subida, encontra-se um dos platôs, denominado Vale dos Cristais, local onde ocorrem formações de pequenas esculturas pontiagudas de cristais.
Desde 1835, tenta-se escalar o Monte, mas somente em 1884 o seu cume foi alcançado. Em 1991, três alpinistas brasileiros, depois de cinco dias e meio de escalada, subiram pela primeira vez a face leste, no lado do Brasil, o mais difícil e perigoso caminho para atingir seu cume.
No platô, há uma vasta mesa de arenito de aproximadamente 40 km2, coberto de blocos e montes de até 30 m, que se elevam em todas as partes, além de fendas e abismos aberto pela ação dos ventos e das chuvas.
A melhor maneira para se chegar ao topo do monte é pelo lado Venezuelano, onde possuem toda uma infra-estrutura necessária na cidade de Santa Helena. Em média são 6 dias para subir e descer o monte.
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MONTANHAS E SERRAS
Monte Caburaí:
Está localizado no Município de Uiramutã, dentro do Parque Nacional do Monte Roraima, tem uma altitude de 1.465 m , e faz fronteira com a República Cooperativista da Guiana. É o verdadeiro ponto extremo norte do país. No Monte Caburaí, nasce o rio Uailã, com suas corredeiras e a cachoeira do Garâ-Garã.
Serra de Tepequem:
Distante de Boa Vista 250 Km, com acesso pela rodovia BR-174, com entrada à esquerda no Km 100, seguindo pela RR-014, passando pela Vila Brasil - Município de Amajarí .
É o único tepuy do Estado que permite o acesso de automóveis, enquanto que os outros só escalando.
O Tepequem é um paraytepuy em forma de vulcão, com 1.100 m de altura, sentido leste e norte, possui um imenso vale cortado por igarapés com as cachoeiras do Paiva e Sobral. Possui clima tropical, com temperatura mínima de 15° C.
A Amazônia tropical tem cerca de 3,5 milhões de quilômetros quadrados em nosso país. Cerca de 60 % das espécies entre animais, vegetais, minerais e microorganismos, encontram-se exatamente no trópico úmido. O Tepequem, este paraytepuy erosivo, aplainado em níveis altimétricos, limitado por escarpas, faz parte desses aproximados 60% do trópico úmido da Amazônia. É uma região riquíssima no edemismo botânico, possuindo grupos específicos daquele habitat.
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SAVANAS (CAMPOS GERAIS), LAVRADO
E CAVALOS LAVRADEIROS DO MARUAI
Savanas, Campos ou lavrados:
A floresta cede espaço às Savanas, conhecidas também pelo nome de Campos Gerais, formando extensa clareira, a maior de toda a Amazônia. Possui formato quadrilátero com 200 Km de extensão no sentido norte-sul e 180 Km de leste a oeste do Estado.
Nesta região encontram-se atrações turísticas como os Buritizais que margeiam os rios, os Cavalos Lavradeiros em toda a extensão dos Lavrados do Maruai, a revoada de garças às margens dos muitos lagos da região, a mística Pedra Pintada e ainda se pode ver o tamanduá bandeira em sua busca de alimentação.
Cavalo Lavradeiro:
A introdução de cavalos de Roraima iniciou-se, provavelmente, por volta de 1718, quando os portugueses subiram o rio Branco e iniciaram a colonização. O sistema extensivo que existia nas fazendas de criação de bovinos, levaram os cavalos a se reproduzirem com pouca ou nenhuma participação do homem. A seleção natural, ocorrida a quase trezentos anos, formou o “lavradeiro de Roraima”.
Durante esse tempo, surgiram várias gerações de animais em estado livre, onde o acasalamento ocasional e a luta pela sobrevivência foram os métodos adotados pela natureza para a formação da raça.
As condições climáticas do lavrado de Roraima, a alimentação de baixo valor nutritivo e o isolamento geográfico, por muralhas naturais (serras da fronteira), levaram esses cavalos a apresentar características bastante peculiares: animais pequenos (1,40 m), alto índice de fertilidade, muito velozes (podem correr por 30 minutos a 60 Km/h), resistentes ao trabalho árduo e tolerantes à doenças e parasitas.
Todos estes aspectos levam a crer que o cavalo “lavradeiro” é um importantíssimo material genético. A comercialização para o abate, a caça ilegal e o cruzamento com outras raças, tem contribuído para a rápida descaracterização e ameaça de extinção dos últimos 200 animais da espécie.
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SÍTIOS ARQUEOLÓGICOS
PATRIMÔNIO HISTÓRICO
A região de Roraima, possui um acervo arqueológico inestimável, que ainda não foi dimensionado cientificamente. As primeiras pesquisas realizadas demonstram o alto potencial de reservas e materiais para estudo. O Projeto de Salvamento Arqueológico solicitado pela Fundação Nacional Pró-Memória ao Museu Paraense Emílio Goeldi em convênio firmado com o Governo de Roraima, pesquisou 43 dos mais de 60 sítios arqueológicos existentes no Estado:
1- Pedra Pintada:
Localizada a 140 Km ao norte da cidade de Boa Vista, 96 Km ao sul do Município de Pacaraima e 10 Km da rodovia BR-174, na margem esquerda do rio Parimé. A colossal pedra, é um grande monólito de granito com 60 m de diâmetro por 30 a 40 m de altura. Contém pinturas rupestres vermelhas na face externa e uma caverna na base, com extensão de cerca de 12 m. Apresenta três áreas com pinturas: Caverna (leste), Painel Principal (sul), Mesa de Pedra (sudoeste-oeste).
2- Acampamento:
Sítio Cerâmico de fase indeterminada, com 2000 m2, situado em frente a estrada de acesso da rodovia BR-174 até a Pedra Pintada, próximo a ponte péncil e a 30 m de distância da margem direita do rio Parimé.
3- Pedra do Pingo:
Sítio Cerimonial de 150 m2, situado a 8 Km a sudeste da Pedra Pintada, em uma fazenda próxima ao igarapé Piracati. Contém desenhos de cor vermelha, abstratos e geométricos em pedras diferentes.
4- Pedra do Perdiz:
Sítio Cerimonial de 100 m2, localizado a 150 m a nordeste da Maloca do Perdiz. Existem sete pedras com pinturas vermelhas e pretas.
5- Pedra da Diamantina:
Sítio Cerimonial de 200 m2, localizado a 1 Km a leste da Maloca do Perdiz e a 25 Km da Pedra Pintada. Há duas pedras com pinturas em vermelho e preto.
6- Pedra do Pedro:
Sítio Cerimonial de 80 m2, a 2 Km da Maloca do Perdiz, 400 m da Maloca do Tuxaua. Há ocorrência de um grande painel gravado em vermelho na pedra de granito.
7- Caverna da Sepultura:
Sítio Cemitério, localizado na área da Maloca do Pedro, a cerca de 50 m ao sul da Pedra do Pedro. A caverna tem forma de pirâmide e é aberta nas duas extremidades, com aproximadamente 5 m de boca, 3 m de altura e 15 m de comprimento.
8- Pedra do Belém:
Sítio Cerimonial de 15 m2 a 3 Km da Pedra do Pedro. Há ocorrência de pinturas vermelhas e cerâmicas.
9- Abrigo do Banco:
Sítio Cemitério, na enseada da Manga Braba, situado a 2 Km (nordeste) da Casa do Tuxaua Pereira. Nele, foram encontradas urnas funerárias com e sem esqueletos.
10- Pedra do Lacrau:
Sítio Cerimonial de 5 m2, localizado na antiga estrada de Boa Vista/Surumú, 10 Km distante da estrada que liga a rodovia BR-174 a Pedra Pintada. Apresenta ocorrência de pinturas em vários tons de vermelho.
11- Pedra do Peixe:
Sítio Cerimonial de 10 m2, localizado na Fazenda Conceição do Jauari. O rio Jauari está a 500 m ao norte do local. Apresenta pinturas de cor vermelha em vários tons.
12- Pedra do Pereira:
Sítio Cerimonial de 40 m2 situado a 6 Km ao sudeste da Pedra Pintada. Nele, existe um grande painel em semicírculo na concavidade da rocha. As pinturas são em cor vermelha.
13- Abrigo do Belém:
Sítio Cemitério de 20 m2, localizado a cerca de 3 Km da Pedra do Pedro (oeste-noroeste) e a 30 m da Pedra do Belém, na área da Maloca do Perdiz. Apresenta fragmentos de cerâmica, constas de vidro e material corante.
14- Caverna do Canta Galo:
Sítio Cemitério localizado na área da Maloca do Canta Galo, dos Índios Macuxís. Cavernas com pedras de granito. Foram encontradas urnas com sepultamento secundário, sepultamento isolado entre outros.
15- Pedra do Joelho:
Sítio Cerimonial de 55 m2, localizado na Fazenda Flexal. Apresenta na base da serra ocorrência de pinturas vermelhas e fragmentos de cerâmicas.
16- Pedra do Mauá:
Sítio Cerimonial de 5 m2, situado a nordeste da Serra do Mauá, na Fazenda Flexal. Abrigo formado por pedras de granito sobrepostos com pinturas geométricas abstratas em vermelho e fragmentos de cerâmica.
17- Abrigo Mauá:
Sítio Habitação com 20 m de boca, 10 m de profundidade e 2,5m de altura. Situado a 150 metros de distância ao sul da Pedra do Mauá. Apresenta fragmentos de cerâmica, líticos e ossos de animais.
18- Pedra do Coroá:
Sítio Cerimonial localizado na Fazenda Flexal, 3 Km a lste da Pedra do Joelho. Foi constatada existência de cerâmicas e pedras com pinturas formando abrigos.
19- Pedra do Machado:
Sítio Cerimonial de 45 m2. No abrigo de granito foram encontrados pinturas, fragmentos de cerâmicas, contas de vidros, conchas e ossos humanos. O local fica a 20 Km a leste da Vila Surumú e a 2 Km da estrada de acesso para o Município de Normandia. No total haviam 15 urnas, algumas foram destruídas.
20- Pedra do Sabão:
Sítio Cerimonial de 20 m2, localizado na Fazenda Viaquário e a 26 Km da Fazenda Perfeição. É constituído de três
21- Pedra do Sapo:
Sítio Cerimonial de 2,5 m2, localizado na Fazenda Alemanha, a cêrca de 20 Km da Maloca do Perdiz. Apresenta painel de pinturas em vermelho.
22- Pedra do Maruai:
Sítio Cerimonial de 10 m2, localizado na Fazenda Flexal, na parte leste da Serra do Maruai. Tem um bloco de ranito com dois painéis de pinturas.
23- Pedra do Ipu:
Sítio Cerimonial localizado na Fazenda Costa Rica, situado a cêrca de 200 m à esquerda da estrada de acesso da Vila Surumú a Normandia. Existe um bloco de granito com pinturas e logo acima um santuário com cruz.
Outros dos Sítios Arqueológicos encontrados nos Municípios de Normandia, Boa Vista e Bonfim na Bacia Amazônica, compreendida pelo rio Branco e afluentes são: Fazenda Tatú, Abrigo Serrote do Cipó, Abrigo do Igarapé Grande, Abrigo Mato do Batata, Pedra da Serra do Canavial, Abrigo do Canavial, Abrigo Boqueirão do Cristal, Pedra do A e B, Pedra do Ubá, “A” e “B”, Pedra do Quinózinho, Calungá, Curumin, Pedra da Caraca e Forte São Joaquim. Os locais foram subdivididos em seis cerimoniais, dos quais: três com pinturas e gravações, seis abrigos sob rocha, sendo três acampamentos e três cemitérios; um acampamento e dois sítios históricos.
Forte de São Joaquim:
Construido em 1775 e por estar localizado em uma das terras de El Rei, de nome Fazenda São Joaquim, o Forte recebeu o nome de Forte de São Joaquim do rio Branco. Local estratégico para defesa da soberania do povo, da região amazônica e os domínios da coroa portuguesa contra os espanhóis, holandeses e ingleses. O Forte está a 32 Km de Boa Vista, na confluência dos rios Uraricoera e Tacutú. Acesso pela rodovia BR-401 ou de barco em percurso com duração de uma hora.
Fazenda São Marcos:
Fundada pelo Capitão Nicolau de Sá Sarmento, Comandante do Forte São Joaquim, no final do século XVIII, em 1799. A Fazenda São Marcos foi um dos primeiros assentamentos dos colonizadores juntamente com a introdução do gado na região do rio Branco. Localizada próxima ao Forte São Joaquim, a Fazenda hoje é parte do patrimônio histórico que se destaca pela qualidade do monumento e pelo estado de conservação.
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CORREDEIRAS
E CACHOEIRAS
Corredeiras do Bem-Querer:
Situada nas proximidades do Município de Caracaraí, ao sul do Estado, à margem direita do rio Branco, a 125 Km de Boa Vista. Sobressai na região do médio rio Branco, no único trecho que possui grandes quantidades de blocos de rochas, formando corredeiras e cachoeiras durante o verão. Apresenta ocorrência de pinturas rupestres e vestígios dos primitivos habitantes, em contraste com a riqueza natural e seu ecossstema, tornando a região um santuário ecológico. O local conta com infra-estrutura de apoio e serviços.
Corredeiras do rio Uailã:
Rio que tem sua nascente no Monte Caburaí, ponto mais setentrional do Brasil, localizado dentro do Parque Nacional do Monte Roraima, no Município de Uiramutã. Local de difícil acesso, porém ideal para a prática de canoagem, safári fotográfico, trilha na selva. A região conta ainda com duas das mais belas cachoeiras: Garã-Garã e das Caveiras.
Cachoeiras do rio Surumú/Cotingo:
Nasce na Serra de Pacaraima a 1445 m de altitude, no Município de Amajarí. Corre dentro do Município de Pacaraima fazendo junção com o rio Cotingo, rio de canion que tem sua nascente no Monte Roraima, dentro do Município de Normandia e continua para formar o rio Tacutú. Suas cachoeiras como rio Surumú são: Rebojo e Providência; como rio Cotingo: Tamanduá.
Cachoeiras do rio Mucajaí:
Limita os Municípios de Mucajaí e Alto Alegre, parte do Município de Iracema, parte do Município de Boa Vista e desemboca no rio Branco pelo lado direito.
No rio Mucajaí, encontram-se as cachoeiras do Querosene, Funil, Arrombo, dos Índios, da Lata, do Parafuso, do Prego, Sete Ilhas, Comissão, Paraíba e a mais famosa, a cachoeira do Paredão.
Cachoeiras do rio Catrimãni:
Situado na região sudoeste do Estado, parte no Município de Iracema, parte no Município de Caracaraí, desembocando pelo lado direito do rio Branco.
Cachoeiras: Paraquê, Encanto, Arapari, Pimenta, Pacú, Paca, Samaúma, Uruçú, Xeriana, Tapiuna, Barros, Alagação e Piranteira.
Cachoeiras do rio Anauá:
Da Serra do Acarí passando pelos Municípios de Caroebe, São João da Baliza, São Luiz do Anauá, encontra-se a cachoeira Chico Pereira. Segue seu curso limitando os Municípios de Caracaraí e Rorainópolis onde está a Primeira Cachoeira até a desembocadura no rio Branco pelo lado esquerdo.
Outras Cachoeiras: Formiga, Quarta, Terceira e o Salto Santo Antonio.
Cachoeira do Orinduque:
Localiza-se no rio Canã, afluente do rio Maú (ou Ireg) pela margem direita, dentro do Município de Uiramutã, na Serra do Cipó a três dias de caminhada da cidade do Município.
Cachoeiras do rio Uraricoera:
Maior formador da Bacia do rio Branco, é bastante acidentado e encachoeirado, o que proporciona um alto potencial para a prática de ecoturismo, canoagem e aventura. Este rio está situado na sua totalidade, dentro do território nacional, deságua no rio Branco formando um “Y” invertido com este rio e o rio Tacutú.
Cachoeiras: Cajuna, Cusali, Açaí, Bigati, Landau, Pacoman, Cigarra, Filhotes, Sebática. É importante destacar que a 2 m da confluência do rio Uraricoera e o rio Branco, encontra-se a queda d’água Purumane, com 32 m de altura, sendo uma das mais espetacular do Estado.
Cachoeiras do rio Tacutú:
Nasce na Serra do Acaraí no limite entre os Municípios de Caracaraí, São João da Baliza e Caroebe. É o único rio da Amazônia que, na maior parte de sua extensão corre no sentido do sul para o norte, até receber o rio Maú. Ambos limitam o Brasil com a Guiana. Seus principais formadores são os rios Surumú que por sua vez recebe o rio Cotingo.
Cachoeiras: Pirandirá, Oxipaú. Cachoeiras do rio Maú: Aparelho, Sapo, Apertar da Hora, Sete Quedas, Mirichi, Pedral, Saúba.
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ILHAS
A mais famosa já mencionada no ítem Estações Ecológicas, é a Ilha de Maracá. Mas, vale ressaltar algumas das outras ilhas existentes no Estado, todas com grande potencial ecoturístico, algumas inclusive só são acessíveis por barco, formando praias selvagens no verão:
De Caracaraí à Foz do rio Branco: Ilha do Castanho, Santa Maria do Boiaçú, Curupira, Aruanã, Preguiça, Matamatá, Macaco, Jacaretinga, Catrimãni, Ilha da Onça, Caapiranga, Açaituba, Ilha do Muçum, Ilha do Veado, Umbaúba, Extremo, Carapanatuba, Remanso, Audí, Inajatuba, Aliança, Marari.
De Boa Vista a Caracaraí: Ilha dos Santos, Ilha do Cota, Barro Vermelo, Conceição, São Felipe, São Lourenço.
Da confluência dos rios Uraricoera e Tacutú a Boa Vista: Ilha de São José, Ilha de São Pedro.
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LAGOS
Lago Caracaranã:
Um dos mais belos atrativos de Roraima. Possui 5,8 Km de perímetro, com profundidade de 2 a 5 m, circundado por praias de areias finas, coberto por cajueiros naturais. Está situado no Município de Normandia, a 180 Km da cidade de Boa Vista, com acesso pela rodovia BR-401, prosseguindo por estrada vicinal, com duração total de 4h30 de percurso rodoviário ou apenas 30 minutos de vôo, em pequenos aviões.
Há prática de vários esportes náuticos e diversões aéreas. O local possui infra-estrutura de apoio e serviços.
Lago do Apicura:
Está localizado num dos afluentes do baixo rio Branco, próximo a base do Projeto Quelônio do IBAMA. A distância pode ser percorrida após 20h de barco. Na região pode-se visitar os locais onde se desenvolve o Projeto com autorização prévia do órgão.
IBAMA: Av. Brigadeiro Eduardo Gomes, 1332, fone.: (095) 224-4011, fax:(094) 224-4847 Boa Vista - RR.
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PARQUE CULTURAL, ESPORTE E LAZER
Parque Anauá:
Centro de recreação e lazer, com excelente equipamento urbano, incluindo Museu Integrado de Roraima, Centro de Educação especial, Escola de Música, Anfiteatro, áreas esportivas cobertas e descobertas para todo tipo de esporte, pista de kart, praça de alimentação, fonte luminosa, áreas verdes.
Complexo Poliesportivo Ayrton Senna:
Complexo desportivo, com grande centro de recreação e lazer, incluindo bares com música ao vivo, sorveterias, lanchonetes, vendedores ambulantes de comidas típicas, quadras para todo tipo de esporte, pista de cooper, patinação, bicicross e kart. Ponto de encontro diário dos Roraimenses.
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