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Por: Luciana Medeiros
Terça
Pedrinho Vianna é a nova atração
do Café Imaginário, às terças-feiras.
O cantor está super acompanhado pelos músicos
Príamo Brandão, no contrabaixo; Delcley
Machado, na guitarra e Charles Matos, na bateria. O
show chama-se Outrosom, tudo junto mesmo, e tem repertório
de MPB, buscando músicas fora do circuito mais
comum de barzinhos. Tem coisas de Chico Buarque, Edu
Lobo e velhos sambas de Geraldo Pereira e Nelson Cavaquinho.
Improviso
O guitarrista Delcley também faz uma música
instrumental própria, além de muito improviso,
o que é natural em se tratando de músicos
de tendências jazzísticas. Na terça-feira
de carnaval, a banda promete surpresas, pra quem resolveu
ficar em Belém. O Imaginário fica na Apinagés,
entre Mundurucus e Pariquis.
Bolsas
Foram 28 artistas selecionados. Todos vão receber
Bolsas do Instituto de Artes do Pará para 2004
para a realização de seus projetos até
o final deste ano. A concorrência foi grande.
E o nervosismo levou a alguns bolsistas a se sentirem
como calouros a espera do listão do vestibular.
Bom, pelo menos o resultado saiu antes que o da UFPA...
Foi publicado no Diário Oficial do Estado na
sexta, 13 de fevereiro. No total, foram 17 projetos
contemplados com a Bolsa de Pesquisa, Experimentação
e Criação Artística e 11 com a
Bolsa para Pesquisa em Arte.
Concorrência
Foram inscritos 115 projetos neste ano, mais da metade
em relação a 2003. Do total, 15 projetos
são das áreas de artes plásticas
e artes visuais, oito são de música, quatro
de teatro e apenas um de dança. A Bolsa de Pesquisa,
Experimentação e Criação
Artística concede a cada artista recursos de
R$ 15 mil para serem aplicados ao longo de nove meses.
A Bolsa para Pesquisa em Arte totaliza R$ 2 mil para
serem empregados em quatro meses.
Bolsistas
Entre os artistas vencedores, estão o ator Alberto
da Cunha e Silva Neto, o músico Cincinato Marques
de Souza Júnior, a cantora Lu Guedes, o músico
e pesquisador Albery de Albuquerque Júnior, a
fotógrafa Flavya Mutran, a jornalista e documentarista
Ursula Vidal, o fotógrafo Dirceu da Costa Maués
e os artistas plásticos Jorge Eiró e Keyla
Tikka Sobral. Agora é colocar mãos às
obras, literalmente. O resultado final dos trabalhos,
o público vai poder conferir em dezembro.
Esculturas
Prometido e cumprido. Em abril do ano passado, o colecionador
Pedro Bentes Pinheiro Filho realizou a primeira parte.
Agora, já aberta, no Mabeu, a exposição
“1968- O ano em que tudo começou –
parte II”, reúne esculturas feitas a partir
de materiais variados e de diversos artistas nacionais
e internacionais.
Rodin
Entre os destaques desta segunda edição
de “1968, o ano em que tudo começou”,
está a obra “La main de Dieu”, de
Auguste Rodin. Não a original, exposta em tamanho
real em Paris, mas uma reprodução oficial,
mas autorizada e de autenticidade documentalmente certificada
e garantida pelo Musée Rodin – Paris. O
Museu de Arte do CCBEU, o Mabeu, fica na Padre Eutíquio,
passando a Conselheiro Furtado.
Seminário
1
O Seminário Cultural da Amazônia vai acontecer
de 10 a 14 de março. As inscrições
já abertas, podem ser feitas na Secretaria do
Seminário, no Hall Ismael Nery, do Centur, das
8h às 12h. Ou pelo site www.seminarioculturalamazonia.org.br.
Taxas de R$ 10,00 e R$ 5,00 para profissionais e estudantes,
respectivamente, até 29 de fevereiro. Depois
disso, o valor dobra.
Seminário
2
Haverá mesas redondas, palestras, grupos de discussão
e apresentações de artes cênicas
e visuais. Aliás, os artistas interessados em
comercializar seus trabalhos, durante o evento, devem
se inscrever na Panacéia, que ocorrerá
paralelamente às atividades do Seminário.
Seminário
3
Já os interessados na Mostra Amazônica
Permanente, poderão fazê-lo nas categorias
de artes plásticas (Galeria Permanente); vídeos
e filmes em curta –metragens de documentário
e ficção (Tela Permanente); e espetáculos
de teatro, dança, música e literatura
(Palco Permanente). Outras informações:
(91) 230 2748 e secam@veloxmail.com.br .
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